Venezuela Chévere
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Shirley

Vizinhos Paula

Neste espaço, uma vez por semana, você vai ficar sabendo o que há de melhor na Venezuela para turismo de negócios e eventos, cultural, de aventura, desportivo e de consumo, afinal com o câmbio favorecendo os brasileiros, nada melhor que aliar as férias a umas comprinhas nas zonas de livre comércio do país vizinho.

 

 

 

 

Relacionamento

Encare esse desafio de coração aberto. Relacione-se com as pessoas que encontrar, com a natureza, com os seus sentimentos, com tudo ao seu redor. É isso que faz a expedição ao Monte Roraima única e inesquecível.

Deparei-me com pessoas que foram em família, em casal, com amigos, com conhecidos e até com totais desconhecidos, como a Ludmila, uma brasileira que conheci na volta, ela foi sozinha, sem conhecer nenhuma das pessoas do seu grupo de venezuelanos e ficou muito feliz em me encontrar pelo simples fato de poder falar português.

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Desfrute com respeito o Roraima

Acreditando ou não você só chega ao Roraima bem, feliz, são e salvo se ele deixar. Cuide dele que ele cuida de você.

Se tiver alguma fé, ore, peça licença antes de entrar e agradeça a oportunidade de ter um contato tão especial com a natureza.

Trate com carinho e consideração, além do essencial respeito, as pessoas que vivem no Monte e do Monte.

Não deixe lixo por lá, mesmo que não seja seu, se avistar pegue, ajude a preservar.

Cobre dos guias que trabalhem com consciência ambiental, nem todos tem, mas podemos cobrar que tenham.

Use cosméticos biodegradáveis.

E em hipótese alguma tragam nada de lá. Nenhuma pedrinha de cristal nos pertence. Tudo que é do Roraima deve permanecer lá.

Acho que é isso!

Boa expedição, transformação, caminhada!”

Monte Roraima: O mundo perdido

O mundo inteiro se curva aos encantos do Monte Roraima, considerado um mundo perdido situado a 2810 metros de altura sobre o nível do mar e encravado entre o Brasil, a Venezuela e a Guyana. A expedição ao Monte Roraima, dizem, já que eu ainda não tive o prazer de fazer, é inesquecível e impressionante pelas condições geológicas, climáticas e pela magia de conhecer e desbravar um dos lugares mais antigos do mundo.

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Gran Sabana de encher os olhos

Como eu havia prometido na semana passada, vou falar um pouquinho do município de Gran Sabana, que faz fronteira com o Brasil. Na última coluna falamos apenas de Santa Elena de Uiarén, sede desse município, e das opções de diversão que os brasileiros encontram por lá. Mas Gran Sabana tem muito mais a oferecer e, acreditem, um final de semana será muito pouco para conhecer tudo.

O município abriga o Parque Nacional Canaima, o quarto maior parque ecológico do mundo. Para vocês terem idéias, são mais de três milhões de hectares de savanas, florestas e muita, muita natureza.

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Buenas,

Eu sou daquele time que simplesmente adora morar a poucos quilômetros da fronteira com a Venezuela e poder espairecer no “estrangeiro” durante alguns finais de semana. Falar do que tem de bom no nosso país vizinho sem mencionar a primeira cidade com a qual fazemos fronteira seria até sacrilégio. Pequenininha, com poucos habitantes e recursos escassos, Santa Elena de Uairén, situada a 15 quilômetros da fronteira com o Brasil, é sim um charme e pode ser muito bacana para um final de semana ou um feriado.

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